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Quarta, 23 Outubro 2019 18:59

Ideologia de gênero na infância

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Ideologia de gênero consiste na ideia de que os seres humanos nascem iguais, sendo o conceito de masculino e do feminino uma fabricação histórico-cultural fomentado pela sociedade. Parte do pressuposto de que não existe apenas o gênero masculino e feminino, mas um espectro que pode ser livremente escolhido pelo indivíduo. No entanto, apesar de um grande número de brasileiro acreditar que a ideologia de gênero é assunto atual, “coisas da modernidade”, na verdade já se falava no assunto desde os séculos XIX e XX. Seus maiores expoentes e ideólogos eram Marx e Engels. Naquela época não se falava no assunto com a mesma naturalidade e nem na mesma intensidade, uma vez que a mídia tornou este assunto “favorito”. Voltou com mais intensidade e em 2014, nos debates envolvendo a elaboração do Plano Nacional de Educação – PNE, o termo gênero conquistou os holofotes do Brasil. Os resquícios mais distantes desta ideologia encontram-se em Karl Marx, em seu livro — assinado por Friedrich Engels, dado à morte de Karl Marx antes do término do escrito — : A origem da família, da propriedade privada e do Estado (ENGELS, 2014). Neste livro, ele pretende explicar a origem da realidade familiar através de um viés de liberdade sexual extremada. Nesse sentido, Marx escreve o livro a partir das deduções de um antropólogo denominado na obra como: “Morgan”, da Ancient Society. Tradicionalmente, a palavra gênero costuma ser interpretada como sinônimo do sexo atribuído, ou seja, correspondente ao órgão sexual que o indivíduo nasceu, daí a ideia de masculino e feminino. Mas, na verdade, o termo vem de muito mais distante, de um tempo ainda mais longínquo, através de um livro difundido em todo o mundo, a Bíblia. É lá, no livro de Gênesis, está escrito que Deus criou homem e mulher, com seu gênero claramente definido. Dessa forma, ainda para aqueles que não acreditam que Deus criou todas as coisas, estes são obrigados a reconhecer que sempre existiu homem e mulher. Assim, foram nos escritos da Bíblia, no sentido mais etimológico da palavra gênero, que foi tratado do assunto pela primeira vez, pois os relatos bíblicos afirmam que foi no início da criação do mundo que Deus criou macho e fêmea. Porém, para quem afirma que a ideologia de gênero não passa de uma farsa ou de uma invenção dos cristãos, a realidade oferece provas irrefutáveis do contrário, no que tange a sua difusão em diversas partes do mundo. Trata-se de uma teoria que não há diferenças entre homens e mulheres, e que o sexo biológico é modificável. Pretende a ideologia, dessexualizar a paternidade. Ou seja, os filhos deixam de ser fruto da relação sexual entre um homem e uma mulher para serem gerados artificialmente por qualquer grupo social. A teoria tem conquistado as escolas e a mídia. A mídia já se rendeu inteiramente. Já existe, inclusive, um boicote de sete dias para não assistir a rede Globo de Televisão, em razão da ênfase dada ao assunto. A escola ainda resiste à imposição da mídia na ideologia de gênero na infância. Aqui está o ponto fundamental: se um homem ou uma mulher, sendo estes adultos, decidem mudar de sexo, serem gays ou lésbicas, é um direito de escolha que precisa ser respeitado, ou até mesmo se estes querem decidir a que sexo pertencem. Entretanto, quando se trata de criança, é errado impor. Sim, a palavra é essa: “Errado”. É isso que está acontecendo com as crianças. Estão sendo influenciadas, bombardeadas e forçadas a crescerem sexualmente antes do tempo. Colocam as crianças para apalparem a genitália masculina de um adulto e chamam isso de arte! Mas não vi nenhum filho ou filha dos que defendem a ideia ali, apalpando o pênis do “artista”! Somando a isto temos a agravante de ter a ideologia de gênero imposta a nossos filhos até mesmo em histórias em quadrinhos, divulgados onde as crianças tiverem mais acesso! Os que defendem a ideia entendem que uma criança pode escolher ser ou não homossexual, mas o Código Civil em vigor preceitua que os menores de 16 anos são absolutamente incapazes de responder por seus atos na vida civil e os que são maiores de 16 e menores de 18 anos, com capacidade relativa para tais atos, pois ainda não possuem capacidade plena de discernimento. Contudo, para escolher se é menino ou menina, numa escolha que vai afetar sua vida até o dia da sua morte, bem como as pessoas ao seu redor, este teria condições de fazer escolhas sobre sua sexualidade. Além disso, precisa ter 18 anos para ser preso, mas é na infância que querem impor a ideologia de gênero. E não é apenas isso que torna a teoria absurda, injusta e desleal com as crianças! Já estão introduzindo a ideia nas suas mentes por meio de desenhos e filmes infantis, onde a mente destes fica sem defesa. Filmes de sucesso no mundo inteiro como A Mulher Maravilha, onde de acordo com vários sites, dentre eles cinepop.com.br, a DC Comics revela que a heroína que faz a alegria de milhares de crianças, é homossexual. Da mesma forma, até mesmo vilões, como Arlequina, que tem um caso com a sua rival Hera Venenosa., sem contar diversos outros sites que mencionam a homosexualidade de Batmam, Robin, Lanterna Verde, dentre outros. Preconceito? Não! Não estamos falando de adultos que têm discernimento para fazer suas escolhas. Estamos falando de crianças que estão sendo bombardeadas com a teoria da ideologia de gênero! Que façam filmes de adultos com o conteúdo e sexualidade que quiserem. Da mesma forma história em quadrinhos e outros, mas se querem ser justos, não devem impor uma ideologia como essa ainda na infância. Muitas crianças fazem escolhas por influência. O site http://f5.folha.uol.com.br traz a seguinte informação: “Greg Rucka, autor de quadrinhos norte-americano que produziu uma nova série da Mulher Maravilha para a editora DC Comics no ano passado, disse ao site de fãs de quadrinhos Comicosity que a superheroína é obviamente bissexual.” Atualmente, 11 personagens dos mais queridos pelas crianças são LGBT e elas não sabem disso, e nem mesmo os seus pais. O site educacaointegral.org.br  conta a história de Avery, uma menina que viveu como menino durante os primeiros 4 anos de vida. Hoje, como menina, ela conta que chegou a perder os amigos na pré-escola porque as mães deles não gostavam dela. “A melhor parte de ser uma garota é que, agora eu não tenho que fingir ser um garoto”, disse Avery à revista.

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Dra Dolane Patricia

*Advogada, juíza arbitral, Personalidade da Amazônia e

Personalidade Brasileira. Pós-Graduada em Direito Processual Civil, Pós

Graduanda em Direito de Família, Mestre em Desenvolvimento Regional da

Amazônia.

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